cidade . ano 3 . número 27 . abril 2008

 

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CIDADES SATÉLITES DO DISTRITO FEDERAL: resumo

As cidades-satélites de Brasília oficialmente não existem com essa denominação, pois são Regiões Administrativas. Mesmo assim, a data de fundação é comemorada com grande entusiasmo pela população. Os bairros de Brasília também são classificados como Regiões Administrativas. O resumo foi extraído do site de cada uma dessas Regiões.  

Avenida Elmo Serejo - Taguatinga DF - 2006.

 TAGUATINGA  [5 de junho de 1958]

"A Guarda Especial de Brasília (GEB), força policial montada pela Novacap, tinha por objetivo manter a ordem no território da construção de Brasília e nos núcleos onde habitavam os operários. Sempre lembrada pelos operários como muito violenta, a GEB não exigia formação adequada dos que ingressavam nesta força policial, o que teria contribuído para as arbitrariedades cometidas. A GEB chegou a ser utilizada na interceptação de veículos nas estradas, obrigando os migrantes a retornarem às suas cidades de origem.
 Em 10 dias foram transferidas cerca de quatro mil pessoas. Foram providenciados caminhões para transportar a mudança, construção de fossas, instalação provisória da rede de água, transporte diário dos trabalhadores em carros da NOVACAP e de outras empresas de construção. Existem registros que indicam que as primeiras famílias a se fixarem em Taguatinga residiram ao lado da Praça do Relógio, onde está localizado o Colégio Stella Maris e também as cercanias do Marista – Taguatinga Sul, próximo à Bica do Lar dos Velhinhos. Assegurou-se o mínimo de assistência médica com um hospital volante das Pioneiras Sociais.
A cidade foi fundada em 5 de junho de 1958 em terras do município de Luziânia – Goiás, na Fazenda Taguatinga, a oeste de Brasília. Seis meses após a instalação dos primeiros habitantes, Taguatinga já era uma realidade, já funcionavam no local: escolas, hospitais, casa para professoras e estabelecimentos comerciais. Era o princípio do povoamento da primeira cidade-satélite de Brasília.
Em 1970, no governo de Hélio Prates da Silveira, por meio do Decreto 571/70, reconhece oficialmente Taguatinga como cidade-satélite."

GAMA  [12 de outubro de 1960]

"Com a transferência da Capital da República para o Planalto Central, tanto o ribeirão como as áreas que pertenciam à fazenda Gama ficaram dentro da área escolhida para sediar a nova capital do Brasil. Conforme o Censo Experimental de Brasília de 1959 residiam na futura área do Gama cerca de mil pessoas, assim distribuídas: nos arredores da Fazenda Gama, mais da metade, 587 pessoas; na Fazenda Ponte Alta havia 259 pessoas; e na Fazenda Ipê, 108 pessoas. Essas foram assentadas no local da futura cidade; e mais 30 famílias retiradas da barragem do Lago Paranoá, devido à finalização da obra da barragem. Assim nascia o Gama."

SOBRADINHO [28 de  marco  de 1961]

"A situação de Sobradinho como Subprefeitura do Distrito Federal  foi oficializada pelo Decreto nº 43, de 28 de  marco  de 1961.
      Em razão da necessidade de alojar definitivamente  as famílias imigrantes do Nordeste  de Goiás, da Bahia e de outros estados, Sobradinho foi implantada às margens  da antiga estrada que ligava a cidade goiana de Planaltina à Capital Federal, então em construção (1959). Sua localização estratégica, limitada  pelo  próprio plano urbanístico, foi muito feliz,  devido à tranqüilidade de um crescimento orientado  e  de uma ocupação ordenada  de conjuntos de lotes por residências construídas pela Novacap, SHIS, CEF e  outros órgãos federais.
       Sobradinho  destinou-se a fixar  a população dos acampamentos de firmas empreiteiras e, em particular, do DNOCS  e Vila Amauri. Mais tarde, fixaram-se em Sobradinho moradores  que compraram lotes regularmente assentados na própria cidade.
      A Lei nº 4.545, de 10 de dezembro de 1964,  dividiu  o Distrito Federal em oito regiões administrativas, das quais Sobradinho foi denominada a Região Administrativa V. Decreto "N" nº 456, de 21 de outubro de 1965, criou  a Administração Regional de Sobradinho, cuja estrutura e regimento interno foram aprovados pelo Decreto nº 2.283, de 12 de junho de 1973."

PLANALTINA [19 de agosto de 1859]

"Em 19 de agosto de 1859 pela Lei nº 03 da Assembléia Provincial de Goiás, criou-se o Distrito de Mestre D'armas, nos termos da Lei ficou pertencendo ao município de Formosa. Esta mais tarde passou a ser a data oficial da fundação da Cidade de Planaltina, nos termos do disposto no artigo 2º do Decreto "N" nº 571, de 19 de janeiro de 1967.
Em 1955, a Comissão chefiada pelo Marechal José Pessoa Cavalcante delimita definitivamente a área e o sítio de nova Capital. O quadrilátero do Distrito Federal passou então a ocupar uma área de 5.814 Km² e foi sobreposta a três municípios goianos, um dos quais Planaltina, que teve seu território dividido em duas partes ficando sua sede dentro da área do Distrito Federal, incorporando à estrutura administrativa que se implantou, ela perdeu então a condição de sede de município passando a funcionar como cidade Satélite.
A outra parte do município ficou fora do quadrilátero do Distrito Federal, passou a chamar-se Planaltina de Goiás, conhecida como Brasilinha.
Na condição de cidade Satélite, Planaltina perde também sua autonomia política. O Governador do Distrito Federal escolhido pelo Presidente da República, escolhe os Administradores Regionais das Cidades Satélites. Planaltina cresce, desenvolve sua estrutura urbana mas perde sua autonomia econômica tornando-se uma cidade dormitório.
A partir de 1966 Planaltina sofre alterações periódicas com a implantação de loteamentos para receberem pessoas que não podiam se fixar no Plano Piloto (invasões e população de baixa renda de varias partes do país), tais como: Vila Vicentina, Setor Residencial Leste (Vila Buritis I, II, e III), Setor Residencial Norte A (Jardim Roriz) e ampliação do Setor Tradicional.
Com as transformações ocorridas com a vinda da Capital, luz elétrica, água encanada, telefone, transporte, modismos e novas crenças, sua população foi atraída pelo novo, deixando no esquecimento suas raízes pelos migrantes que chegavam de toda parte do país.
A perda da identidade cultural criou-se, com o passar do tempo, a necessidade de retomada das tradições, por parte dos antigos moradores, culminados com a criação do Museu Histórico e Artístico de Planaltina em 24 de abril de 1974, situado na casa mais antiga de Planaltina, doada por seus antigos moradores, o casal Maria América Guimarães e Francisco Mundim Guimarães, onde seria preservada e revivida toda essência da cultura Goiana Planaltinense."

NÚCLEO BANDEIRANTE [25 de outubro de 1989]

"O Núcleo Bandeirante é uma das localidades mais tradicionais do Distrito Federal. A área onde hoje se localizam o Núcleo Bandeirante, a Candangolândia (Velhacap) e o Museu Vivo da Memória Candanga (ex-Hospital Juscelino Kubitschek de Oliveira ou Hospital do IAPI) constituiu um dos principais núcleos anteriores à inauguração de Brasília. “Esta área formava um conjunto em que cada local cumpria uma função dentro do contexto da construção da nova capital federal. A Velhacap, posteriormente denominada Candangolândia, tinha função administrativa; o Núcleo Bandeirante, função comercial e o HJKO, função hospitalar. Definindo-se o papel que cada núcleo desempenhou nesse contexto, a velha discussão sobre onde nasceu Brasília desmistifica-se. As duas localidades surgem ao mesmo tempo e possuem a mesma importância histórica.
A infra-estrutura da cidade foi sendo implantada ao longo da década de 60, momento em que as edificações de madeira vão sendo substituídas, aos poucos, por edificações de alvenaria. Em 1964, o Núcleo Bandeirante passou a integrar a Região Administrativa de Brasília, incluindo-se também nesta área a atual Região Administrativa da Candangolândia. Durante a década de 70, o Núcleo Bandeirante Tradicional (área relativa à Avenida Central, 2ª e 3ª Avenidas) já estava quase todo urbanizado; invasões remanescentes da época da construção, como IAPI, Vila Tenório, Divinéia e Vicentina foram erradicadas."

PARANOÁ [10 de dezembro de 1964]

"Em janeiro de 1957, com a chegada dos primeiros trabalhadores para construção de Brasília e mais especificamente para as obras da Barragem do Paranoá, foi criada a Vila Paranoá.  Após a inauguração de Brasília, em 1960, os pioneiros permaneceram no local, devido à necessidade de conclusão das obras da usina hidrelétrica. Naquela época, o acampamento de operários já abrigava cerca de 3 mil moradores, em 800 barracos assentados na ombreira norte da Barragem.  A Região Administrativa do Paranoá foi criada em 10 de dezembro de 1964, através da Lei 4.545, porém, somente em 25 de outubro de 1989, o Decreto nº 11.921 fixou os novos limites da Região Administrativa (RA-VII). Nesse mesmo ano, iniciou-se a transferência e o assentamento definitivo do Paranoá.  Com o objetivo de preservar o espaço do antigo acampamento da Vila, o local tornou-se área de preservação ambiental, hoje o Parque Urbano Vivencial. Do Paranoá Velho, ficaram algumas estruturas públicas, dentre elas a caixa d’água e a escadaria da Igreja São Geraldo, construída em 1957 – a segunda igreja mais antiga do Distrito Federal – tombada pela Diretoria de Patrimônio Histórico e Artístico do Distrito Federal (DePHA), em 27 de outubro de 1993, e demolida em 2005 por problemas estruturais."

 BRAZLÂNDIA  [5 de junho de 1969]

"A decisão do presidente Juscelino Kubitschek de levar a Capital Federal para o Plano Piloto Central mudou o rumo da pequena Brazlândia. Já em 1958, foram desapropriados, amigavelmente, mais de mil alqueires da cidade. Apenas a área que circundava a sede urbana de Brazlândia não foi transferida para o Governo.
Muitas das antigas fazendas da região desapareceram depois do represamento do Rio Descoberto e a formação do Lago do Descoberto, destinado para acumulação de água potável para Brasília. Hoje a represa é responsável pelo abastecimento de mais de 60% da água de todo DF.
Se na época da inauguração de Brasília, Brazlândia, já incorporada ao DF, tinha menos de mil moradores, nos anos seguintes a cidade experimentou em crescimento acelerado. Centenas de agricultores japoneses e procedentes de outras partes do país foram assentados no Núcleo Rural Alexandre Gusmão. Outros tanto migrantes de Goiás se instalaram na zona urbana. No final dos anos 60, foi criado um loteamento de duas mil casas para assentar a os moradores da favela Vietcong, perto de Taguatinga.
Em meados da década de 80, quando foi criada a Vila São José, a população de Brazlândia era de 25 mil habitantes. O que não mudou tanto o modo de vida calmo dos moradores, ainda presente nas antigas e novas ruas. Hoje com cerca de 53 mil moradores, Brazlândia é uma potência agrícola do DF e começa a explorar turisticamente a região, riquíssima em belezas naturais e com festividades tradicionais o ano todo."

CEILÂNDIA [15 de outubro de 1970]

"Foi criada, então, a Campanha de Erradicação das Invasões – CEI, presidida pela primeira-dama, dona Vera de Almeida Silveira. Em 1971, já estavam demarcados 17.619 lotes, de 10x25 metros, numa área de 20 quilômetros quadrados – depois ampliada para 231,96 quilômetros quadrados, pelo Decreto n.º 2.842, de 10 de agosto de 1988, ao norte de Taguatinga nas antigas terras da Fazenda Guariroba, de Luziânia – GO, para a transferência dos moradores das invasões do IAPI; das Vilas Tenório, Esperança, Bernardo Sayão e Colombo; dos morros do Querosene e do Urubu; e Curral das Éguas e Placa das Mercedes, invasões com mais de 15 mil barracos e  mais de 80 mil moradores. A Novacap fez a demarcação em 97 dias, com início em 15 de outubro de 1970.
Em 27 de março de 1971, o governador Hélio Prates lançava a pedra fundamental da nova cidade, no local onde está a Caixa D’água. Às 09 horas daquele Sábado, tinha início também o processo de assentamento das vinte primeiras famílias da invasão do IAPI. O Secretário Otomar Lopes Cardoso deu à nova localidade o nome de Ceilândia, inspirado na sigla CEI e na palavra de origem norte-americana “landia”, que significa cidade (o sufixo inglês estava na moda). Foi oficiado, na chegada das famílias ao assentamento, um culto ecumênico em ação de graças. A primeira família assentada na QNM23, Conjunto “P”, lote 12, Ceilândia Sul – é a da Sr.ª Edite Martins, mãe de três filhos menores e que recebia de salário 170 cruzeiros, atualmente morando na QNM 23 Conjunto “A” casa 20."

SAMAMBAIA  [18 de janeiro de 1983]

"Em 25 de outubro de 1989, pela lei 49 e decreto 11.921, foi criada, oficialmente, a cidade de Samambaia, 12ª Região Administrativa do Distrito Federal - RA XII. O elevado índice de migração fez com que no Distrito Federal surgissem, entre 1989 e 1994, diversas cidades com características semelhantes. O objetivo comum a todas era 'assentar famílias carentes oriundas de invasões, cortiços e inquilinos de fundo de quintal',
Em 1978 o Governo do Distrito Federal – GDF institui o Plano Estrutural de Organização Territorial - PEOT, pelo qual, em 1981, elaborou-se o projeto “Samambaia – estudo preliminar”, implementado em 1982. Em 1984 foram vendidos lotes na quadra 406 e no Setor de Mansões Leste (hoje Taguatinga), para os primeiros moradores que, em 1985, começaram ocupar a nova cidade.
Em 1988, pelo Sistema Habitacional de Interesse Social – SHIS e com financiamento do Banco Nacional – BNH, foram construídas 3.381 casas destinadas a famílias de baixa renda, em geral funcionários públicos, que então puderam adquirir a casa própria.
Mas foi entre 1989 e 1992 que chegou a grande massa populacional constituída pelas “famílias carentes oriundas de invasões, cortiços e inquilinos de fundo de quintal”. Receberam do GDF, sob o “sistema de concessão de uso”, lotes ainda coberto pelo cerrado em áreas “semi-urbanizadas”.
O nome da cidade deve-se ao Córrego Samambaia, em cujas margens ainda podem-se verificar a existência dessa vegetação nativa.
A área que hoje compreende a cidade de Samambaia era formada por chácaras pertencentes ao Núcleo Rural de Taguatinga. Eram ocupadas mediante concessão de uso e cada chácara tinha uma finalidade: produziam flores, hortaliças, frutos, criavam aves para o abate, etc. Parte de área dessas chácaras foi “desapropriada” mediante o Decreto nº. 7.370, de 18 de janeiro de 1983, para ser implantada a cidade de Samambaia."

SANTA MARIA [10 de fevereiro de 1993]

"Surgiu oficialmente no mapa do Distrito Federal - DF no dia 10 de fevereiro de 1993, com a publicação do decreto de nº 14.604. Antes disto, no meio do cerrado devastado já existiam cacos amontoados em forma de barracos que eram construídos nos lotes distribuídos de graça pelo então Governo do Distrito Federal.
A cidade tem esse nome por causa do ribeirão Santa Maria que passa por lá. Mas uma lenda urbana diz que antes existia no local uma fazenda chamada Santa Maria, cujo proprietário era, coincidentemente, Joaquim Roriz. A lenda conta também que ele vendeu a fazenda para o GDF, na mesma época da gestão dele. Eita homem esperto!
Assim como as demais regiões administrativas do DF, Santa Maria é conhecida também como “cidade-satélite”, eufemismo de favela. Pois quando os moradores pobres começaram a construir os barracos, não existia na cidade nada além da terra vermelha. Quero dizer, na época da seca, tinha muita poeira e, na época das chuvas, muito barro."

SÃO SEBASTIÃO [25 de junho de 1993]

"As terras que hoje constituem a Região Administrativa XIV de São Sebastião pertenciam, antes da mudança da nova capital, às fazendas Taboquinha, Papuda e Cachoeirinha. Essas fazendas foram desapropriadas e nelas se instalaram os primeiros moradores da região que exploravam o comércio de areia, cerâmica e olaria, materiais abundantes no local.
Contado por moradores de mais residência na cidade, o local que é hoje São Sebastião, tem ocupação muito antiga, de fazendas remanescentes da época dos escravos. Pode-se encontrar hoje nas redondezas da cidade atributos de construções antigas, como uma cruz de madeira fincada num alto de um morro, onde supostamente estes escravos teriam sido sacrificados.
Com o início das obras da construção de Brasília, a partir de 1957, várias olarias ali se instalaram em terras posteriormente arrendadas através da Fundação Zoobotânica do DF, visando, à época, suprir parte da demanda da construção civil por materiais.
Com a expiração dos contratos, as olarias foram sendo desativadas e o núcleo urbano foi se estruturando aos poucos ao longo do córrego Mata Grande e Ribeirão Santo Antônio da Papuda, como resultado do parcelamento irregular das glebas antes arrendadas. O preço baixo da terra, a falta de regularidade do solo e a beleza do local contribuíram para o crescimento acelerado da cidade. Sua localização privilegiada, que inicialmente atraiu trabalhadores da construção civil e de serviços domésticos, hoje atrai uma população diferenciada.
Em 25 de junho de 1993 a então Agrovila São Sebastião passa a ser a Região Administrativa n° XIV – Cidade São Sebastião (Lei 167/93). Esta passa a ser, então, a data comemorativa do aniversário da cidade.
O nome São Sebastião é uma homenagem a um dos primeiros comerciantes a chegar na cidade, “Seu Sebastião”. Ele se instalou nas terras desapropriadas da Fazenda Taboquinha e retirava areia ao longo do Rio São Bartolomeu. O material era vendido para as construtoras da Companhia Urbanizadora de Brasília (Novacap). Por causa desta atividade o pioneiro ficou conhecido como 'Tião Areia'."

RECANTO DAS EMAS [28 de julho de 1993]

"A Região administrativa do Recanto das Emas foi criada pelo Governador Joaquim Roriz em 28 de julho de 1993, por meio da lei 510/93, com o objetivo de atender ao Programa de Assentamento do Governo do Distrito Federal. Os antigos moradores desta região relatam que quando foram divididos os loteamentos, esta era uma reunião de chácaras, onde se destacava uma espécie de arbusto chamado canela-de-ema. Existia também no local um sítio chamado Recanto, onde vivia grande quantidade de emas, espécie própria do cerrado. Desta forma originou-se o nome Recanto das Emas. Hoje o Recanto deixou de ser um simples assentamento e vem se transformando numa das cidades que mais crescem no Distrito Federal. Sua população já ultrapassa os 130 mil habitantes."

RIACHO FUNDO [15 de dezembro de 1993]

"No dia 13 de março de 1990, o Governo do Distrito Federal, dentro do programa de erradicação das invasões existentes na periferia da capital, criou um programa de assentamento. Famílias cadastradas na antiga SHIS, no Centro de Desenvolvimento Social (CDS) e os moradores do Acampamento da Telebrasília – próximo ao Lago Paranoá – fizeram parte desta iniciativa e originaram a primeira quadra ocupada na Granja Riacho Fundo. Dessa forma, comemora-se nesta data, o aniversário da cidade. A Granja, criada logo após a inauguração de Brasília, foi transformada em Instituto de Saúde Mental e faz parte da Área de Preservação Ambiental (APA).
O local possui uma grande contribuição ecológica, pois nele estão situadas nascentes de diversos córregos – incluindo o próprio córrego Riacho Fundo, que inspirou o nome da cidade – e onde são encontradas plantas e animais característicos. Com a promulgação da Lei n° 620 de 15/12/93, publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), o assentamento foi transformado na XVII Região Administrativa do Distrito Federal – RA XVII. Em 1994 foi aprovado o Decreto n° 15.441, de 07/02/94, que criou o parcelamento do Riacho Fundo II, que até 05 de julho de 2003 era subordinado ao Riacho Fundo I."

CRÉDITOS LINKS:
http://www.taguatinga.df.gov.br
http://www.gama.df.gov.br
http://www.sobradinho.df.gov.br
http://www.brazlandia.df.gov.br
http://www.recantodasemas.df.gov.br
http://www.riachofundo.df.gov.br
http://www.saosebastiao.df.gov.br
http://www.santamaria.df.gov.br
http://www.samambaia.df.gov.br
http://www.paranoa.df.gov.br

 

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